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Bomba BVI IMBIL na mineração: geração de vácuo para processos contínuos e severos

  • 10/08/2026
  • Mineração, Siderurgia
Bomba BVI IMBIL na mineração: geração de vácuo para processos contínuos e severos

A Bomba BVI IMBIL é uma bomba de vácuo de anel líquido desenvolvida para processos industriais que exigem operação contínua, estabilidade e capacidade para lidar com gases úmidos, vapores e contaminantes. Na mineração, esse equipamento pode desempenhar uma função importante em sistemas de filtragem, desaguamento e extração de gases, nos quais a manutenção de um nível adequado de vácuo interfere diretamente na produtividade do processo.

Diferentemente das bombas centrífugas utilizadas para transportar água, polpa ou rejeitos, a BVI trabalha principalmente com a aspiração e a compressão de gases. Seu funcionamento depende de um líquido de selagem, geralmente água, que forma um anel no interior da carcaça e permite a criação das zonas de sucção e compressão.

A página atual da IMBIL apresenta a linha BVI com capacidade de até 13.240 ACFM e vácuo de até 27 polegadas de mercúrio, dependendo do modelo e das condições de operação. A fabricante também informa a possibilidade de produzir o equipamento em diferentes ligas metálicas, conforme as exigências químicas e operacionais da aplicação.

BOMBA-BVI-IMBIL

O que é a Bomba BVI IMBIL?

A Bomba BVI IMBIL pertence à categoria das bombas de vácuo de anel líquido. Esse tipo de equipamento é utilizado para retirar gases de um sistema, reduzir sua pressão interna ou, em determinadas configurações, comprimir misturas gasosas.

Seu princípio construtivo utiliza um rotor com palhetas montado de maneira excêntrica dentro de uma carcaça cilíndrica. Quando o rotor entra em movimento, o líquido de selagem é lançado contra a parede interna da carcaça pela força centrífuga.

Como o rotor não está posicionado exatamente no centro da carcaça, o espaço disponível entre o anel líquido e as palhetas varia durante a rotação. Essa variação cria sucessivamente uma região de expansão, responsável pela aspiração do gás, e uma região de redução de volume, responsável por sua compressão e descarga.

Portanto, apesar de ser chamada de bomba, a BVI não possui a mesma finalidade de uma bomba centrífuga de polpa ou água. Sua função principal é criar e manter vácuo em processos industriais.

O catálogo geral da IMBIL inclui a mineração entre as aplicações da linha BVI e também destaca seu uso em filtros de vácuo e outros processos que exigem extração contínua.

Como funciona a bomba de vácuo de anel líquido?

O funcionamento da Bomba BVI IMBIL pode ser compreendido a partir de três elementos principais:

  • rotor com palhetas;
  • carcaça;
  • líquido de selagem.

O rotor é o único componente girante diretamente envolvido na formação do vácuo. Ele trabalha sem contato sólido entre as palhetas e a carcaça, reduzindo o desgaste provocado por atrito mecânico interno.

Formação do anel líquido

Antes e durante a operação, a bomba precisa receber continuamente o líquido de selagem. Quando o rotor gira, esse líquido é projetado contra a superfície interna da carcaça.

Desse modo, forma-se um anel que acompanha o contorno da bomba. Como o rotor está montado excentricamente, o anel líquido não mantém a mesma distância das palhetas em toda a circunferência.

Nas regiões em que o espaço entre o rotor e o anel aumenta, ocorre uma queda de pressão. Essa diferença permite a entrada do gás pela abertura de admissão.

Na sequência do movimento, o espaço entre as palhetas e o anel líquido diminui. Com isso, o gás aspirado é comprimido e direcionado à descarga.

O processo acontece continuamente e simultaneamente nas diferentes câmaras formadas entre as palhetas. Por isso, a aspiração e a descarga ocorrem com baixa pulsação.

Zonas de expansão e compressão

O catálogo técnico identifica duas regiões específicas no interior da BVI:

  • zona de expansão;
  • zona de compressão.

Na zona de expansão, o volume disponível aumenta progressivamente e provoca a aspiração do gás.

Na zona de compressão, o volume diminui, elevando a pressão da mistura até que ela seja expelida pela saída da bomba.

Junto com o gás, podem sair vapores condensados e uma parcela do líquido de selagem. Por esse motivo, o sistema externo normalmente precisa considerar a separação, a drenagem ou a recuperação desse líquido, de acordo com o projeto da instalação.

O diagrama técnico do catálogo mostra a posição do rotor, do anel líquido, das janelas de admissão e descarga, dos cones laterais e das zonas de expansão e compressão.

BOMBA-BVI-IMBIL

Por que a tecnologia de anel líquido da Bomba BVI IMBIL é adequada para processos industriais?

A geração de vácuo em processos de mineração pode envolver gases carregados de umidade, vapores condensáveis e pequenas quantidades de líquido arrastadas pela linha.

Essas condições podem ser problemáticas para outras tecnologias de vácuo. Na bomba de anel líquido, entretanto, o próprio princípio de funcionamento oferece maior tolerância a determinadas variações do processo.

Capacidade de trabalhar com gases úmidos

A IMBIL indica a BVI para misturas de gases úmidos, vapores e contaminantes. Durante a compressão, parte dos vapores pode condensar ao entrar em contato com o líquido de selagem.

Isso torna a tecnologia adequada para processos em que o gás aspirado não chega completamente seco à bomba.

Operação contínua e sem pulsações significativas

Como a aspiração e a compressão ocorrem continuamente nas câmaras formadas entre as palhetas, o fluxo tende a apresentar pouca pulsação.

Essa estabilidade é importante em processos de filtragem. Oscilações excessivas de vácuo podem interferir na formação da torta, no desaguamento e na regularidade do ciclo produtivo.

Ausência de contato sólido interno

O catálogo destaca que o conjunto girante opera sem contato entre superfícies sólidas na região responsável pela geração de vácuo.

Isso não significa que a bomba seja isenta de desgaste. Rolamentos, gaxetas, eixo, cones, rotor e carcaça continuam sujeitos às condições de funcionamento.

No entanto, a ausência de atrito entre as palhetas e a carcaça reduz um mecanismo importante de desgaste interno.

Tolerância à presença de líquido

A BVI pode operar com quantidades de líquido misturadas ao gás aspirado sem sofrer os mesmos riscos encontrados em equipamentos de vácuo projetados exclusivamente para gases secos.

Ainda assim, é necessário respeitar os limites do modelo e verificar se o líquido arrastado é compatível com os materiais da bomba e com o circuito de selagem.

Aplicações da Bomba BVI IMBIL na mineração

Na mineração, a Bomba BVI IMBIL não é utilizada para transportar diretamente a polpa mineral. Sua função está ligada à geração do vácuo necessário para determinadas etapas do processo.

Filtragem a vácuo

Uma das aplicações mais relevantes é a filtragem de concentrados, rejeitos e outras suspensões minerais.

Nesse processo, a diferença de pressão ajuda a puxar o líquido através do elemento filtrante. Os sólidos permanecem retidos e formam uma camada conhecida como torta de filtragem.

A bomba de vácuo contribui para manter a pressão necessária no lado de descarga do filtro. Desse modo, o líquido é separado da fase sólida com maior regularidade.

A BVI pode ser associada, conforme o projeto, a equipamentos como:

  • filtros de tambor;
  • filtros de disco;
  • filtros horizontais;
  • outros sistemas de filtragem que utilizem vácuo.

A adequação a cada equipamento depende da vazão de ar, do nível de vácuo, da quantidade de vapor e líquido arrastado e das condições do processo.

Desaguamento de concentrados minerais

Após etapas de concentração, o material ainda pode apresentar umidade elevada. Essa água adicional aumenta a massa transportada, dificulta o manuseio e pode prejudicar etapas posteriores.

A filtragem a vácuo ajuda a reduzir essa umidade. Nesse contexto, a Bomba BVI IMBIL sustenta a diferença de pressão necessária para remover parte da fase líquida.

Um sistema corretamente dimensionado pode contribuir para:

  • maior regularidade da umidade final;
  • redução da quantidade de água transportada junto ao minério;
  • melhor manuseio do concentrado;
  • maior estabilidade do processo de filtragem;
  • reaproveitamento de parte da água separada.

A umidade final, entretanto, não depende somente da bomba. Características da polpa, granulometria, permeabilidade da torta, área de filtragem e condição do tecido filtrante também influenciam o resultado.

Filtragem e manejo de rejeitos

Sistemas de filtragem de rejeitos também podem empregar vácuo para retirar água da mistura.

Nesse caso, a bomba precisa operar de maneira estável mesmo diante de variações no processo. Alterações na concentração dos sólidos, no estado do filtro ou na quantidade de líquido arrastado podem modificar a demanda de vácuo.

Por isso, a seleção deve considerar não apenas a condição nominal, mas também os possíveis extremos operacionais.

Extração de gases e vapores

A BVI também pode ser avaliada em etapas que exigem a retirada de ar, gases úmidos ou vapores de tanques e equipamentos de processo.

A compatibilidade depende da composição do gás. Substâncias corrosivas, inflamáveis, tóxicas ou capazes de reagir com o líquido de selagem exigem materiais, instrumentação e medidas de segurança específicas.

BOMBA-BVI-IMBIL

Principais vantagens da Bomba BVI IMBIL

A tecnologia de anel líquido oferece características importantes para processos severos.

Vácuo estável

O catálogo destaca que o vácuo produzido pela linha BVI não apresenta flutuações significativas. Essa estabilidade favorece processos que dependem de uma pressão relativamente constante.

Capacidade de trabalhar com vapores saturados

O contato do gás com o líquido de selagem pode provocar a condensação de parte dos vapores. Esse comportamento permite trabalhar com correntes úmidas, desde que o balanço térmico e a quantidade de líquido sejam considerados.

Possibilidade de adaptação da capacidade

A linha possui diferentes modelos e faixas de desempenho. A seleção é feita de acordo com a vazão aspirada, o nível de vácuo, a rotação e as condições do gás.

O catálogo apresenta famílias que vão de equipamentos menores até modelos de grande capacidade, como as séries BVI 4000, 6000 e 9000.

Construção em diferentes ligas

A página atual da IMBIL informa que a BVI pode ser fabricada em diversas ligas metálicas. Essa flexibilidade é relevante quando o gás, o condensado ou o líquido de selagem apresenta características corrosivas.

Líquido de selagem: parte essencial da operação da Bomba BVI IMBIL

Um dos pontos mais importantes da Bomba BVI IMBIL é o fornecimento contínuo do líquido de selagem.

O catálogo é direto ao afirmar que uma bomba de anel líquido não deve operar sem esse líquido. A operação a seco pode provocar perda imediata de desempenho, elevação de temperatura e danos severos ao equipamento.

Funções do líquido de selagem

O líquido possui diferentes funções:

  • formar o anel responsável pela vedação;
  • criar as câmaras de expansão e compressão;
  • auxiliar na remoção do calor gerado;
  • condensar parte dos vapores aspirados;
  • reduzir o contato entre componentes internos;
  • transportar contaminantes para fora da bomba.

Por esse motivo, o líquido de selagem deve ser tratado como parte do sistema e não apenas como uma utilidade auxiliar.

Influência da temperatura

A temperatura do líquido afeta a capacidade de geração de vácuo. Quando a temperatura aumenta, sua pressão de vapor também cresce. Em condições de vácuo elevado, uma parte maior do líquido pode vaporizar, ocupando espaço dentro da bomba e reduzindo a capacidade disponível para aspirar os gases do processo.

Portanto, utilizar água excessivamente quente pode diminuir o desempenho real da BVI. O catálogo apresenta as curvas para condições específicas, com água de selagem a aproximadamente 15 °C e pressão barométrica de referência. Quando a instalação opera com outras temperaturas ou em altitudes diferentes, a equipe técnica deve aplicar as correções necessárias.

Qualidade do líquido

A qualidade também precisa ser avaliada.

Água com sólidos, incrustações ou contaminantes pode provocar:

  • obstrução das passagens;
  • depósitos internos;
  • corrosão;
  • abrasão;
  • perda de troca térmica;
  • variação no desempenho;
  • redução da vida útil das gaxetas e dos componentes.

Se o líquido for reutilizado, o sistema deve controlar sua temperatura e concentração de contaminantes.

O que avaliar no dimensionamento da Bomba BVI IMBIL?

A seleção não deve ser feita apenas pela vazão máxima apresentada no catálogo. Bombas de vácuo trabalham com gases compressíveis, cujo volume varia conforme a pressão e a temperatura.

Vazão na entrada da bomba

A vazão deve ser informada nas condições reais de sucção. É necessário esclarecer se o valor corresponde a uma condição padrão ou à vazão volumétrica efetiva na entrada. Uma mesma massa de gás pode ocupar volumes muito diferentes dependendo da pressão.

Nível de vácuo necessário

Outro dado essencial é a pressão absoluta ou o vácuo relativo requerido no processo.

Usar somente expressões como “alto vácuo” ou “vácuo máximo” não é suficiente. O projeto precisa de um valor definido e de suas possíveis variações.

Pressão barométrica e altitude

As curvas da BVI utilizam a pressão atmosférica ao nível do mar como referência.

Em uma planta localizada em altitude elevada, a pressão atmosférica é menor. Dessa forma, o valor de vácuo relativo disponível também muda.

Esse fator é especialmente importante para projetos de mineração instalados em regiões de maior altitude.

Composição do gás

A engenharia precisa conhecer:

  • composição química;
  • massa molecular;
  • temperatura;
  • umidade;
  • presença de vapores condensáveis;
  • concentração de contaminantes;
  • possibilidade de reação com a água;
  • riscos de corrosão;
  • presença de gases perigosos.

Esses dados afetam a capacidade, os materiais e o tratamento da descarga.

Líquido de selagem disponível

Também é necessário informar:

  • tipo do líquido;
  • temperatura de entrada;
  • pressão disponível;
  • vazão disponível;
  • qualidade;
  • possibilidade de recirculação;
  • tratamento antes do descarte ou retorno ao processo.

Pressão de descarga

A contrapressão na descarga influencia o consumo e o desempenho.

Separadores, tubulações, válvulas, silenciadores e outros equipamentos podem criar restrições. Caso a descarga não seja dimensionada corretamente, a bomba pode operar fora da condição prevista.

Curvas de desempenho da linha BVI

As curvas da BVI relacionam diferentes parâmetros, principalmente:

  • vazão aspirada;
  • nível de vácuo;
  • rotação;
  • potência consumida;
  • quantidade de líquido de selagem;
  • pressão do líquido de selagem.

O catálogo mostra que cada modelo pode apresentar versões destinadas a diferentes faixas de vácuo e condições de água de selagem.

Por exemplo, os sufixos encontrados em séries como BVI 401, 402 e 403 estão associados a diferentes condições operacionais e curvas de desempenho. O mesmo padrão aparece em equipamentos maiores.

Portanto, selecionar apenas o número da série sem analisar a curva correspondente pode levar a erros de capacidade, potência e consumo de água.

Cuidados na instalação da Bomba BVI IMBIL

A confiabilidade do equipamento também depende da qualidade da instalação.

Base e alinhamento

Mesmo com a baixa vibração característica do equipamento, instale a bomba sobre uma base rígida, nivelada e dimensionada para suportar seu peso e os esforços do acionamento.

Durante a montagem, a equipe responsável deve verificar o alinhamento entre a bomba e o motor e repetir a verificação após o aperto das tubulações.

Tubulação de sucção

A linha de sucção deve apresentar baixa perda de carga e evitar pontos de acúmulo indesejado de líquidos.

Diâmetro inadequado, excesso de curvas e obstruções reduzem o vácuo efetivamente disponível no equipamento de processo.

Separação na descarga

Como a descarga contém gás e líquido, normalmente é necessário prever um sistema para separar as duas fases.

O líquido pode ser descartado, tratado ou recirculado, dependendo da contaminação e das exigências do processo.

Instrumentação

Um sistema industrial deve acompanhar, no mínimo:

  • pressão ou vácuo na sucção;
  • pressão de descarga;
  • vazão e pressão do líquido de selagem;
  • temperatura da água;
  • temperatura dos mancais;
  • vibração;
  • corrente do motor.

Esses dados ajudam a identificar perda de capacidade, aumento de contrapressão, falta de água e problemas mecânicos antes de uma parada inesperada.

Manutenção da Bomba BVI

Apesar da simplicidade do princípio de funcionamento, não negligencie a manutenção do sistema.

Sistema de gaxetas

Os desenhos construtivos do catálogo apresentam vedação por gaxetas nas diferentes séries da linha.

O aperto precisa permitir vedação suficiente sem criar atrito excessivo no eixo. Gaxetas muito apertadas podem elevar a temperatura e acelerar o desgaste.

Rolamentos

Os rolamentos devem ser lubrificados de acordo com a recomendação do fabricante. Temperatura elevada, ruído e vibração podem indicar problemas de alinhamento, excesso ou falta de lubrificante e desgaste.

Rotor, cones e laterais

Rotor, cones e laterais participam diretamente das câmaras de admissão e compressão. Desgaste, corrosão ou incrustação nessas regiões podem alterar as folgas internas e reduzir a capacidade de geração de vácuo.

Circuito de selagem

Inspecione o circuito para identificar:

  • filtros obstruídos;
  • válvulas parcialmente fechadas;
  • baixa pressão;
  • temperatura elevada;
  • acúmulo de sólidos;
  • incrustações;
  • falhas no separador;
  • perda excessiva de água.

Erros comuns na aplicação de uma Bomba BVI IMBIL

Alguns erros reduzem o desempenho e a vida útil do equipamento.

Operar sem líquido de selagem: Esse é um dos erros mais graves. Sem o anel líquido, a bomba não consegue gerar vácuo corretamente e pode sofrer danos rapidamente.

Selecionar pela vazão nominal isoladamente: A vazão de gás depende da pressão, da temperatura e da composição. Portanto, o valor precisa estar associado às condições de entrada.

Ignorar a altitude: O vácuo relativo indicado ao nível do mar não pode ser aplicado diretamente a qualquer localização.

Utilizar água muito quente: O aumento da pressão de vapor do líquido prejudica o vácuo alcançável e pode reduzir a capacidade de sucção.

Desconsiderar a contrapressão: Restrições na descarga aumentam a potência requerida e podem deslocar o equipamento para uma condição inadequada.

Não separar o líquido descarregado: Enviar diretamente a mistura de gás e líquido para uma tubulação sem separação adequada pode gerar arraste, contrapressão e desperdício de água.

Bomba BVI IMBIL: geração de vácuo confiável para a mineração

A Bomba BVI IMBIL oferece uma solução robusta para processos industriais que exigem vácuo contínuo e precisam lidar com gases úmidos, vapores ou líquidos arrastados.

Na mineração, sua aplicação pode estar associada principalmente à filtragem a vácuo, ao desaguamento de concentrados e rejeitos e à extração de gases em diferentes etapas do processamento mineral.

Entretanto, o desempenho depende de uma especificação cuidadosa. Portanto, avalie a vazão real do gás, nível de vácuo, altitude, temperatura, composição, pressão de descarga e condições do líquido de selagem em conjunto.

A DMB fornece equipamentos e soluções para sistemas industriais de bombeamento e vácuo, oferecendo suporte técnico na seleção, instalação, manutenção e recuperação de equipamentos.

Precisa dimensionar uma Bomba BVI IMBIL para um filtro de vácuo ou outro processo de mineração? Entre em contato com a equipe técnica da DMB, envie os dados operacionais da aplicação e solicite uma análise e um orçamento.

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